quinta-feira, 4 de outubro de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Amor x Cebola

Existem músicas que te fazem chorar, existem momentos que te fazem lembrar alguém, e assim te faz chorar, mas as vezes acho que sentimos a mera necessidade de fazê-lo por conta da música, nem tanto pela pessoa; Como cortar uma cebola, vc vai cortá-la já sabendo no que vai dar...

Cortar uma cebola sem chorar, apenas com uma faca bem afiada, eu digo: bem afiada! É preciso se amolar com choros e mais choros até que aprenda a afiar sua faca, pra que possa cortar essa cebola e assim evitar lágrimas. Chorar por alguém que se gosta todo mundo o fez, e chorar por cortar uma cebola também! Não, não é o destino nem coincidência, tô dizendo que no final todo mundo chora por qualquer coisa, qualquer pessoa, e só com o tempo vc aprender a cortar a cebola como se deve.

Há diversas situações que choramos. Choramos por “coisas sérias”, choramos pelo leite derramado, choramos pelo quadro “extreme makeover”, choramos de rir com amigos, choramos de raiva, choramos de birra, choramos... e quando criança chorávamos pra conseguirmos o que queríamos, hoje choramos por quem não nos quer.

Choramos ao cortar a cebola, pq nosso organismo quer nos proteger da irritação do gás volátil emitido por ela, que quando chega aos olhos, irrita e a defesa é chorar. Sim, as vezes é preciso chorar pra se proteger. Ser forte e invencível sentimentalmente nós deixa mais vulneráveis. Chore. Quando necessário. Quando tiver vontade, não por obrigação, conveniência. Afinal, as vezes é mais fácil chorar pelo balde de cebola do seu vinagrete, do que por algo/alguém que não te faz feliz.

Cebola é um legume que arde sem se ver, é o olho que chora e não se sente, é um ingrediente que nos deixa fortes e resistentes!

Sabemos que não é nada fácil se relacionar, sabemos que não é nada fácil amar, mas sabemos que depois de tanto choro, ao cortar sua cebola, teremos um lindo e suculento tempero, um bom refogado.... E chorar é só parte desse processo. Chorar e amar, é só começar.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Poderiam estar roubando, poderiam estar matando, mas não, estavam trabalhando...

Hoje presenciei uma ação da guarda civil metropolitana de são paulo e me senti impotente e extremamente raivosa com a situação.
Eles são temidos por ambulantes, a chegada deles a kilômetro de distância já se torna um alarde geral. Pessoas correndo, tentando salvar o que podem, como podem. Acho lamentável, acho feio e de uma ignorância sem tamanho.

Entendo que é preciso "colocar ordem", não se pode ter tudo em todos os lugares, como querem, mas o fato de tirar o trabalho de alguém, o sustento, pelo simples fato de impostos (que venhamos, o Brasil é líder disparado) me irrita profundamente.

Ao sair do metrô já estranhei não ter ali a barraquinha de suco de laranja, logo deduzi: "os caras", o "rápa" como são chamados, passaram por aqui...
Ao dobrar a esquina vejo: um cara correndo com seu carrinho de suco, um outro segurando as jarras e derrubando tudo com seu desespero correndo, uma mulher correndo e pegando tudo que podia do carrinho e correndo novamente pro lado oposto, enquanto a viatura da guarda os perseguia e tentava a todo custo os fechar e se enfiarem na calçada para tal, até o momento que um dos guardas desde e sai correndo atrás. Eles são pegos.

A cena é triste, revoltante! Eles estavam trabalhando! Como alguns dizem por ai: "Poderiam estar matando, poderiam estar roubando" mas não, estavam trabalhando, vendendo seus sucos aos demais trabalhadores e usuário do metrô que passam ali todos os dias.
Esses mesmos guardas que ali estavam, costumam ficar na rua da minha casa, rua essa frequentada por usuários de crack e moradores de rua. Moradores estes, que hoje mesmo os vi brigando, fazendo zona e assustando quem passasse por ali. E onde será que estavam os guardas pra colocarem ordem ali? Sim, estavam tirando o sustento dos vendedores de suco.

Que me descupem os guardas metropolitanos, mas pra mim são uns inúteis com mania de se acharem os soldados do mundo! Ficam ali parados, olhando o movimento intenso de moradores e de viciados, sem se mexerem! Acham que a simples presença deles ali intimida alguém, assim como fazem com ambulantes. Mas não, eles não intimidam um caralho de nada! Pelo contrário, as vezes penso que eles são os que mais se divertem com o caos ali instalado.

Indignação, essa é a sensação mais presente ao andar pelo meu bairro. Bairro que tanto gosto.
Até onde é bom e sensato agir conforme as "leis" das pefeituras? Até onde vale mais impor isso, ao deixar essas pessoas trabalharem e terem seu sustento sem atrapalhar ou agir de maneira inlícita? Até quando os impostos serão tão altos e abusivos que acabam por permitir cada dia mais que pessoas trabalhem sem licenças e sejam marginalizados?

Até quando?

Altos impostos pode! Trabalhar não!

terça-feira, 27 de março de 2012

Texto técnico - o caderninho part I

Difícil dizer tudo que penso no meu dia-a-dia, dos assuntos fotografados pela minha retina, mas adaptados com o tempo.
Difícil, lembrar da minha idéia momentânea, e o que eu realmente, penso delas.

( Tenho meu caderninho, vou pegá-lo ;)

Achei algo que escrevi em 03/01/12
- Quando me refiro ao estouro do vidro do meu carro, no dia da ação da cracolândia. Onde esta, fez-se espalhar seus "nóias", onde qualquer coisa de valor os interessava Santa Cecília acima... (é, eles estão subindo o morro!! "Corram para as colinas!!!")

Quer entender melhor minha referência acima?
http://rubricasdeluana.blogspot.com.br/2012/01/eu-convivo-mas-nao-tolero.html

Enfim,escrevi assim:

Título: "Roubaram o bom senso do ser"

O sentimento de um furto material, tem pra mim, o amargo da tristeza quanto ao caratér humano.
Bens, a gente recupera.
Caráter? Respeito ao próximo, não se vende e tão pouco se compra: "SE TEM".


É...acho que entendi o que senti... entende?
E concordo comigo mesma, "se pá" ! rs
Fui viver...
Vamos que vamos!

Luana Coelho


*Foto via Google.com

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Reciclar o Brasil


Não sei vocês, mas eu, sou contra a essa atitude de tirar as sacolinhas plásticas dos mercados.

Não, eu não sou contra ao meio ambiente ou atitudes que façam bem a ele, pelo contrário.


Somos nós consumidores que pagamos as maiores taxas de impostos de todo o processo, desde a plantação até ao produto final de nossas compras. Temos por direito, ter uma opção de ao menos carregar nossas compras, e não pagar até por isso! (sendo paga, pode né?)

Pra mim isso tudo tem que ser bem formulado e implantado com mais inteligência. Não só “adestrando” os consumidores, mas tb devemos adestrar todo o processo.

E comecemos de cima! Sim, de cima! Governo abaixa impostos (que temos os mais altos do mundo) para os comerciantes, que estes, possam assim oferecer uma condição, no mínimo descente, aos consumidores que pagam, e não pagam pouco, pelos seus serviços.


Além disso, pq não com impostos mais baixos, comeriantes não implantam em seus negócios um meio de reciclagem? Ou até mesmo, pq o governo não regulariza e dá melhores condições de trabalho a cooperativas de reciclagem e consequentemente aos catadores que papelão/lixo, que esses sim, tem todo meu respeito. Eles trabalham.


Quer ajudar ao meio ambiente? Ajude tb os catadores então. Pq ir só pras sacolinhas plásticas? Pq é mais fácil? Pq no país de num sei das quantas é assim? Se quer fazer isso agora, vamos dar melhores condições aos catadores, regularizar esse trabalho. Dar condições a quem realmente faz algo pelo meio ambiente, seja por sobrevivência ou consciência, é ai que eu vejo a diferença no meio ambiente! É ai que veremos a diferença em diversos setores!


Brasil, não queira vc agora se comparar ou se adquirir “manias”, feitos, e atutides estrangeiras. Somos um país colonizado, somos acomodados, e somos acima de tudo corruptos! Então se quer mesmo fazer diferente, salvar o meio ambiente, salve a si. Salve, salve governo brasileiro!!!